Prova acontece no dia 2 de agosto e oferece a única oportunidade do ano
de atravessar correndo a Ponte Rio–Niterói
O Desafio da Ponte 2026 entra na reta final de inscrições, com as últimas vagas disponíveis para a edição marcada para o dia 2 de agosto. Os corredores que ainda desejam participar da travessia ainda podem garantir presença na única corrida do ano que permite atravessar a Ponte Rio–Niterói com uma das vias da maior ponte do hemisfério sul totalmente fechada para os atletas.
As inscrições podem ser realizadas pelo site oficial do evento, pelo valor de R$499. A participação está condicionada à comprovação de índice técnico, que pode ser feita por meio de certificado de prova oficial realizada no último ano ou por link da atividade acompanhado de print do Strava. Todos os comprovantes enviados passam por análise e validação antes da confirmação da inscrição. Os tempos mínimos e os critérios completos de participação estão disponíveis no regulamento da prova.
Organizado pela Dream Factory e pela Spiridon — responsáveis também pela Maratona do Rio —, o Desafio da Ponte oferece uma experiência única aos corredores: durante algumas horas, uma das vias da maior ponte do hemisfério sul é totalmente fechada para que os atletas percorram um trajeto exclusivo sobre a Baía de Guanabara, ligando o Caminho Niemeyer, em Niterói, ao Boulevard Olímpico, no Rio de Janeiro.
A expectativa para a edição de 2026 é repetir o sucesso da retomada realizada no ano passado, quando o Desafio da Ponte voltou ao calendário após 13 anos e reuniu mais de 6 mil corredores. A experiência foi amplamente aprovada pelos participantes, que encontraram uma arena de chegada preparada para receber atletas, familiares e acompanhantes no Boulevard Olímpico, com ativações dos patrocinadores, área de recovery e o show da banda Barão Vermelho, que reuniu cerca de 13 mil pessoas. Mais do que marcar o retorno da prova, a edição de 2025 despertou novamente entre os corredores a vontade de viver uma travessia que, pela sua exclusividade, ocupa um lugar especial no calendário brasileiro de corridas de rua.
O percurso também proporcionou uma disputa de alto nível entre atletas brasileiros e estrangeiros. O ugandense Mark Kiptoo venceu a disputa masculina ao completar os 21 quilômetros em 1h03min22s, enquanto a queniana Emily Chebet conquistou o título feminino com o tempo de 1h17min28s. Entre os brasileiros, os destaques foram Miguel Morone, melhor colocado no masculino, e Glauciele de Oliveira de Souza, que liderou a participação nacional entre as mulheres.
A edição de retorno também teve a sustentabilidade como um de seus principais pilares. Pela primeira vez, os tradicionais copos plásticos foram substituídos por sachês de água nos pontos de hidratação instalados sobre a ponte, iniciativa que registrou adesão superior a 90% dos corredores à campanha de descarte consciente, com mais de 19 mil sachês devolvidos. O projeto Corre + Limpo também contou com dois quilômetros de redes de proteção instaladas nos pontos de hidratação para impedir que resíduos chegassem à Baía de Guanabara, além da atuação de embarcações responsáveis pelo recolhimento de materiais durante toda a prova, resultando na destinação de mais de 130 quilos de resíduos para reciclagem.
Em 2026, a expectativa é reunir novamente milhares de corredores para mais uma edição da travessia. As inscrições seguem abertas até o preenchimento do limite técnico de participantes, oferecendo aos atletas a última oportunidade de garantir presença em uma das experiências mais exclusivas do calendário brasileiro de corridas de rua.


