Guilherme Eschenbach e Carolina Ferrante participam da final do desafio no dia 10 de setembro, ao lado de estudantes do Chile e da Colômbia
Para dois estudantes brasileiros, o próximo passo na formação gastronômica acontece no Chile. Guilherme Eschenbach, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, e Carolina Ferrante, da Universidade Anhembi Morumbi, se preparam para representar o Brasil na final da terceira edição do VIK FoodLab, que acontece no dia 10 de setembro e reunirá jovens talentos da gastronomia do Brasil, Chile e Colômbia
Criado pela VIK, o desafio busca incentivar uma nova geração de cozinheiros latino-americanos por meio de uma experiência que combina técnica, criatividade, gastronomia e harmonização, além de promover a troca cultural entre estudantes de diferentes países. Mais do que um desafio, o FoodLab propõe um ambiente de aprendizado e intercâmbio, aproximando os participantes de diferentes ingredientes, referências e formas de pensar a cozinha.
A participação de Guilherme e Carolina na final é resultado da seletiva brasileira realizada em junho, que reuniu seis estudantes de três universidades: Mackenzie, Anhembi Morumbi e Estácio. Na ocasião, os participantes foram desafiados a desenvolver pratos autorais e harmonizá-los com vinhos clássicos da VIK. Iago Jacomussi (Jacó), Stefan Weitbrecht (Cozinha 212), Victor Valadão (Mapu Baos e Aiô) e Pablo Cáceres, chef executivo do VIK Retreat Chile e idealizador do FoodLab, formaram o júri técnico, que avaliou critérios como sabor, originalidade, ponto de cocção, apresentação e temperatura.
Agora, às vésperas da final, os estudantes se preparam para uma etapa que vai além do desafio. Para Guilherme, a possibilidade de conviver com participantes de outros países e representar o Mackenzie em um ambiente internacional é uma das principais expectativas para a etapa.
“Minha expectativa é aproveitar ao máximo essa experiência, colocando em prática tudo o que desenvolvemos ao longo dessa jornada. Estar nessa final representa reconhecimento, aprendizado e a oportunidade de conhecer novas perspectivas”, afirma Guilherme.
Para Carolina, a participação no FoodLab também representa um processo de amadurecimento dentro da gastronomia. Ao longo do desafio, a estudante conta que passou a olhar de maneira diferente para os ingredientes, para a cultura e para a própria cozinha, buscando transformar memória e identidade em técnica e criatividade.
“Quero chegar à VIK levando não apenas um prato, mas uma parte da minha história e da gastronomia brasileira. Estar entre os finalistas já é uma grande conquista, e agora quero viver essa final com entrega, coragem e muita paixão pela cozinha”, afirma Carolina.
A final do desafio reforça a proposta do VIK FoodLab de criar pontes entre diferentes culturas e contribuir para uma cozinha latino-americana cada vez mais plural, conectada e aberta à troca de experiências.

