Com “Quem ri por último”, canal lança plataforma interativa para criar banco de risadas icônicas e combater a percepção de que a marca deixou de existir
Após anunciar o encerramento de suas transmissões na TV em janeiro deste ano, o Comedy Central consolida sua transição definitiva para o ambiente digital. Para marcar este novo momento e reafirmar sua presença multiplataforma, a marca lança a campanha “Quem ri por último”, criada pela agência Africa Creative. A iniciativa utiliza o humor para esclarecer ao público que, embora tenha deixado a grade televisiva tradicional, a marca permanece ativa e com distribuição de conteúdo nas redes sociais e plataformas de streaming da Paramount.
A peça central da campanha é um filme ambientado em um funeral solene e sofisticado. A quebra do protocolo ocorre quando os presentes, de forma contagiante, começam a manifestar risadas excêntricas e bizarras, que variam de sons de animais a ruídos mecânicos. O roteiro culmina na revelação de que o sepultamento simbólico é do próprio Comedy Central na televisão, seguido pela mensagem de que a marca permanece ativa. Assista aqui.
Além do filme, a campanha conta com uma plataforma interativa que funciona como um banco de risadas. O projeto partiu da “pasteurização” das claquetes tradicionais utilizadas há décadas em programas de humor. A nova ferramenta reúne desde gargalhadas comuns até as mais icônicas e estranhas, permitindo que os usuários criem suas próprias combinações e gerem conteúdos personalizados.
“O Comedy Central sempre foi uma celebração das risadas no mundo todo. A risada é símbolo da personalidade, da identidade e de algo que torna cada pessoa única. Então, por que as claques de todos os lugares são iguais, sendo que cada pessoa ri de um jeito diferente? Assim, celebramos o momento da marca com algo que ela tem de mais valioso: a reação do público. O banco de risadas é uma forma de homenagear a autenticidade de quem assiste, substituindo as claques artificiais por algo vivo e real”, afirma Nicholas Bergantin, co-CCO da Africa Creative.
“Quando uma marca transcende a televisão, não se apaga, se liberta. O Comedy Central entendeu que o riso não pertence a um canal, mas às pessoas. O humor hoje é conversa, e a conversa é, por definição, multiplataforma.”, diz Patrícia Ramella, diretora sênior de marketing e branding do Comedy Central.


