A adoção de tecnologias digitais pela indústria brasileira vem transformando processos de produção, manutenção e controle. Dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostram que 69% das empresas industriais utilizavam ao menos uma tecnologia digital em 2021, ante 48% em 2016. Entre as grandes empresas, o percentual chegava a 86%. A expansão da automação aumenta também a complexidade dos diagnósticos realizados em máquinas, painéis e sistemas elétricos.

Equipamentos eletrônicos de potência, inversores de frequência, redes inteligentes e sistemas automatizados exigem que os profissionais avaliem não apenas a grandeza medida, mas também as condições do circuito, o ambiente de trabalho e a finalidade do diagnóstico.

A Norma Regulamentadora nº 10 (NR-10), atualizada em 2026 pelo Ministério do Trabalho e Emprego, estabelece requisitos para o controle dos riscos ocupacionais e para a adoção de medidas de prevenção em instalações e serviços com eletricidade. Embora a norma não determine um único instrumento para todas as atividades, ela reforça a necessidade de procedimentos, equipamentos e ferramentas compatíveis com os riscos de cada intervenção.

Nesse cenário, a escolha dos instrumentos de medição passou a ter impacto direto na confiabilidade dos diagnósticos, na segurança das operações e na eficiência dos processos. Além de medir grandezas elétricas, esses equipamentos precisam fornecer informações consistentes para a identificação de falhas, a validação de intervenções e o acompanhamento das condições de funcionamento de máquinas e sistemas.

Entre os aspectos considerados na seleção de um instrumento para aplicações profissionais estão a categoria de segurança compatível com o ambiente de uso, a precisão, a estabilidade das medições, a resistência construtiva, a ergonomia e a facilidade de operação. A adequação tecnológica também se tornou relevante diante da presença crescente de sistemas eletrônicos e equipamentos automatizados na indústria.

Esses critérios ganham importância em atividades nas quais uma medição incorreta pode comprometer a produtividade, a disponibilidade dos equipamentos ou a segurança das equipes.

"Com a evolução dos sistemas industriais e o avanço da automação, o mercado deixou de procurar somente pela marca, passando a exigir instrumentos mais precisos, seguros e adequados a aplicações técnicas complexas. Os recursos oferecidos pelos equipamentos precisam acompanhar as novas condições de diagnóstico e operação", afirma Elisângela Cintra, gerente comercial da Hikari Ferramentas.

A Hikari Ferramentas atua no segmento de instrumentos profissionais e industriais de teste e medição, calibração e manutenção, atendendo profissionais das áreas de manutenção industrial, engenharia, automação, instalações elétricas, assistência técnica e laboratórios. Entre os equipamentos disponibilizados estão multímetro, alicate amperímetro, instrumentos para inspeção térmica, como câmera termográfica, equipamentos para soldagem, como estação de solda e ferro de solda, além de ferramentas voltadas a aplicações técnicas.

Segundo Elisângela, a incorporação de novas tecnologias deve estar associada às necessidades reais das atividades profissionais. "A quantidade de funções, isoladamente, não define a adequação de um instrumento. É necessário considerar a aplicação, as condições do ambiente, os requisitos de segurança e o nível de precisão exigido em cada atividade", explica.

Instrumentos acompanham a nova realidade industrial

A ampliação da manutenção preditiva e das atividades de inspeção e controle de processos também contribui para a procura por equipamentos capazes de apoiar análises técnicas e decisões operacionais. Nessas aplicações, a qualidade da medição pode contribuir para a identificação antecipada de falhas, a redução de paradas e a continuidade das operações.

Um dos exemplos que reforçam a presença da Hikari no mercado profissional e industrial de instrumentação é a homologação do Alicate Amperímetro Hikari HA-3900 pela CPFL Energia, conforme documentação oficial da concessionária. A homologação representa um importante reconhecimento técnico do equipamento para aplicações relacionadas ao setor elétrico, pois quando uma concessionária do porte da CPFL, uma das maiores empresas de distribuição de energia do Brasil, inclui um equipamento em sua lista de padrões técnicos para as equipes de campo e prestadores de serviços, ela valida oficialmente a confiabilidade e a robustez da marca no mais alto nível industrial.

De acordo com a empresa, o equipamento atende aos critérios definidos pela concessionária para as aplicações previstas no processo de homologação, incluindo a classificação de segurança CAT IV 600 V e CAT III 1000 V.

"A homologação demonstra o atendimento do equipamento aos requisitos técnicos estabelecidos para essa finalidade. Processos como esse reforçam a importância de avaliar os instrumentos de acordo com critérios objetivos de segurança, desempenho e adequação à aplicação", conclui Elisângela.

Para mais informações, basta acessar https://www.hikariferramentas.com.br

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