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A exposição “Sala dos espelhos” articula matéria, espacialidade e atmosfera e opera na fronteira entre abstração e figuração, atravessando quarenta anos de trajetória do artista No dia 17 de Maio, a Almeida & Dale inaugura Sala dos espelhos, nova exposição individual de Rodrigo Andrade. Com curadoria de Germano Dushá, a mostra reúne cerca de doze pinturas inéditas do artista, em diferentes formatos, realizadas entre 2025 e 2026. Neste novo conjunto de trabalhos, Andrade expande sua investigação sobre a pintura como campo de experimentação material, visual e psicológica. A partir de camadas espessas de tinta, grandes blocos cromáticos e um embate direto com a materialidade na pintura, o artista cria recintos interiores habitados por formas gráficas – que ele denomina figuras ornamentais – e elementos corriqueiros, como espelhos, mobiliários e outras aparições, formando um vocabulário em permanente renovação. São pinturas que partem de princípios compositivos e regras visuais bem definidas, operando na fronteira entre abstração e figuração, entre estrutura gráfica e sugestão narrativa. O título faz referência à música Room Full of Mirrors, de Jimi Hendrix, evocando um espaço lúdico, inquietante e um tanto opressor, saturado de reflexos e possibilidades, ou um estado mental de intensa reflexão. Para Andrade, interessa justamente essa conotação dupla: a sala dos espelhos como atração popular, imagem pertencente a uma cultura comum, ou como cenário de um thriller psicológico, um ambiente onde o ordinário se torna perturbador. “Me interessa que Sala dos espelhos pertença a uma cultura comum, algo pop, quase vulgar — que está bem presente na exposição. Há também uma dimensão lúdica aí que é fundamental: é um jogo de espelhos, um jogo com regras determinadas. Cada pintura parte de um conjunto de princípios claros que depois vão ser confrontados…

Marca aproveita a data para explicar o que define o bourbon, apresentar seu portfólio e reforçar a versatilidade do destilado no clima brasileiro Com mais de 230 anos de história e oito gerações da mesma família à frente da produção, Jim Beam, o Bourbon Nº1 do mundo, chega ao Dia Mundial do Whisky, celebrado este ano em 16 de maio, como a principal referência quando o assunto é bourbon. Produzido no Kentucky desde 1795, o rótulo atravessa séculos mantendo sua receita original e ajudando a consolidar a categoria no mundo. A data também é uma oportunidade para esclarecer uma dúvida comum: o que diferencia o bourbon dos outros whiskies? Todo bourbon é whisky, mas nem todo whisky é bourbon. Para ser classificado como tal, o destilado precisa ser produzido nos Estados Unidos, ter pelo menos 51% de milho na composição e envelhecer em barris novos de carvalho americano carbonizado. Esse processo resulta em um perfil mais adocicado e equilibrado, com notas de baunilha, caramelo e madeira. Essas características ajudam a explicar a versatilidade do líquido, especialmente em um país como o Brasil, onde o clima favorece formas de consumo mais leves, com gelo ou em drinques refrescantes. No Brasil, o portfólio de Jim Beam traduz essas possibilidades em diferentes rótulos. O Jim Beam White, o clássico da marca, é conhecido pelo perfil equilibrado e pela facilidade de combinação. É a base de drinques como o Jim Beam Tea & Lime, combinando a doçura do chá de pêssego com o toque cítrico do limão e a intensidade do bourbon. Já o Jim Beam Black, com seus 7 anos de envelhecimento em barris de carvalho americano, traz mais intensidade e profundidade, podendo ser apreciado puro, com gelo ou em clássicos como o Old Fashioned, que combina bourbon, açúcar e bitters e o Whiskey Sour, com suco de limão fresco e xarope de açúcar. Para maior versatilidade, o Kentucky Mule é uma opção refrescante que traz Jim Beam Black, Ginger Ale (refrigerante de gengibre) e limão Taiti. Entre as versões saborizadas, o Jim Beam Apple se destaca pelo frescor da maçã verde, presente em combinações como Apple & Tonic ou o Jim Beam Apple Mule, que combina a doçura do licor de whisky de maçã verde com o sabor picante da cerveja de gengibre e o refrescante da folha de hortelã. O Jim Beam Honey, com notas de mel, aparece em drinques simples e equilibrados, como limonada ou limão e água com gás. Já o Jim Beam Black Cherry aposta em um perfil mais frutado e pode ser combinado com refrigerantes de cola ou tônicas para propostas mais leves. O portfólio inclui ainda o Jim Beam Rye, um whisky de centeio que traz um perfil mais seco e levemente picante, com predomínio de especiarias, com notas florais, cravo, cominho e pimenta ampliando as possibilidades de consumo e mostrando outro lado do whisky americano, e vai bem com clássicos como o Manhattan, que combina o Rye, Vermute Tinto Doce e Angostura Bitters. Ao reunir tradição e variedade, Jim Beam reforça como o bourbon pode se adaptar a diferentes momentos e preferências. No Dia Mundial do Whisky, a marca propõe um convite para entender a categoria na prática, explorando sabores, combinações e formas de consumo que fazem do Bourbon Nº1 do mundo uma presença constante em diferentes ocasiões.