Marca inaugura, nesta quarta-feira (3), espaço no prédio principal da loja de departamento de luxo

Respirando cultura brasileira, a Kenner levou suas raízes para o território francês e inaugurou, nesta quarta-feira (3), sua primeira pop-up store no prédio principal da Galeries Lafayette, em Paris. Até 23 de junho, a marca carioca conhecida por sua forte identidade e design marcante terá um espaço exclusivo no setor dedicado à moda feminina na loja de departamento de luxo, apresentando produtos selecionados e um modelo com edição limitada – a Rakka Brazil Core –, que será lançado no fim do mês. 

“Trouxemos nossas cores e texturas para a pop-up, que é um importante passo da Kenner em sua expansão no mercado internacional. Todo o design do espaço foi pensado para vibrar nossa essência brasileira, que é parte do DNA da marca. A originalidade está em cada detalhe personalizado. Queremos que o público sinta um pouquinho do Brasil e conheça o que é a Kenner, em pleno coração da França”, afirma a diretora de marketing Renata Simon.

Assinada pelo diretor artístico e designer espacial Raf Medeiros, a decoração do stand traz elementos característicos da cultura nacional. O ponto central do cenário é uma parede inteira revestida com fitinhas coloridas, em referência às famosas fitas do Senhor do Bonfim. Personalizados com o logo da Kenner, os tecidos – além de criarem uma vibrante profusão de cores – carregam memória afetiva tipicamente brasileira. 

Outros itens que prendem o olhar e fazem evocam o sentimento de pertencimento são os caixotes coloridos para armazenar garrafas, comumente vistos em bares e depósitos de bebidas Brasil afora. Transformados em assentos, as peças foram preenchidas com gesso e tingidas em tonalidades que fazem alusão à escadaria Selarón – famoso ponto turístico do Rio de Janeiro. Também foram confeccionados bancos manualmente trançados com as tiras das sandálias da Kenner.

“O desafio não era simplesmente expor uma coleção de sandálias. Tratava-se de construir um espaço que falasse, contando o Brasil com seus próprios materiais, códigos visuais e contradições férteis entre o popular e o sofisticado. O stand funciona como uma montagem de fragmentos: cada elemento traz uma referência distinta, e é a coexistência entre eles que constrói o discurso”, explica Raf Medeiros.

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