Com as facilidades na conexão entre Brasil e África do Sul, cada vez mais brasileiros conseguem se planejar para realizar um sonho: fazer safári. Os voos diretos de São Paulo a Joanesburgo e Cape Town, operados pela Latam e pela South African Airways, fazem com que o país se destaque como destino para realização da atividade. Somam-se a isso as dezenas de parques nacionais e reservas privadas, entra elas a de Sabi Sands, casa do Sabi Sabi Private Game Reserve, hotel queridinho dos brasileiros que já recebeu celebridades como Giovanna Ewbank, Marina Ruy Barbosa e Astrid Fontenelle. Definido o destino, muitos se perguntam quando ir. Explicamos aqui porque esse inverno que se aproxima pode ser o momento perfeito.

Entrar na savana em um veículo de safári, sentir o vento no rosto enquanto observa sua imensidão e encontrar animais livres, vivendo como manda a natureza, é uma experiência inesquecível e incomparável. Cada safári é único, de modo que é impossível prever o que os viajantes verão em cada saída. Ainda assim, certos fatores contribuem e, mesmo que a atividade possa ser realizada ao longo de todo o ano, o inverno se destaca por certas vantagens. A natureza é fantástica e avistamentos incríveis são sempre possíveis, mas a estação do ano cria condições que podem tornar a procura um pouco mais simples.
O primeiro ponto importante é que na região norte da África do Sul, onde o Sabi Sabi, assim como o Parque Nacional Kruger, está localizado, o inverno é seco. Desse modo, durante o período, a disponibilidade de água e de comida é reduzida, fazendo com que os animais se aglomerem ao redor das poças de água para matar a sede. Com isso, esses pontos se tornam mais propícios para avistamentos, e aumenta a possibilidade de interações incríveis entre as diferentes espécies ali presentes. Além disso, a busca por comida cria situações interessantes, já que os elefantes, por exemplo, se tornam mais ativos nessa época do ano, derrubando árvores para comer suas raízes ricas em nutrientes. Animais menores acabam seguindo seus rastros, buscando se beneficiar de alguma forma dos hábitos alimentares deles – em uma demonstração muito importante de como as espécies contam umas com as outras e, assim, mantem vivo aquele ecossistema.

Outro aspecto relevante é que, com o clima seco, a grama se torna mais fina, o que facilita o trabalho dos trackers do Sabi Sabi – profissionais especializados em rastrear animais – que conseguem avistá-los com mais facilidade e a uma distância maior. Bastam pequenos movimentos, às vezes só uma cauda ou uma orelha, para que eles os identifiquem, mostrando aos hóspedes ou indicando ao ranger – guia que dirige o veículo e compartilha informações sobre a fauna e a flora – a direção certa na qual seguir. Com isso, pode ser mais simples inclusive identificar animais esquivos, que talvez passassem despercebidos em outras épocas.
Por fim, o inverno proporciona também um belo cenário para aqueles que amam observar estrelas. No último safári do dia no Sabi Sabi, os guias param em um lugar tranquilo, onde realizam o sundowner, uma observação do pôr-do-sol com drinks e petiscos. Conforme o sol – que na savana geralmente é uma bola vermelha impressionante – vai descendo, revela-se o céu noturno, e uma paisagem majestosa é substituída por outra. A noite na savana não acaba na observação das estrelas, já que no retorno para o hotel os guias continuam buscando animais, inclusive porque alguns são mais ativos neste horário.
É importante sempre lembrar que todo safári é imprevisível. O inverno ajuda, e ter bons rangers e trackers é essencial, mas a sorte tem sua dose de responsabilidade também. Sendo assim, os avistamentos mais incríveis do mundo podem ser vividos em qualquer época do ano, especialmente escolhendo o lugar certo para se hospedar.
Com mais de 40 anos de tradição no mercado, o Sabi Sabi é um dos lodges de safári mais renomados da África do Sul. A propriedade fica localizada na reserva ambiental de Sabi Sands, ao sudoeste do Kruger National Park, e é formada por quatro lodges cuja decoração é inspirada em diferentes momentos históricos da África do Sul. Há o Selati Camp, em estilo colonial; o Bush Lodge, único que aceita crianças, e o Little Bush Camp, ambos repletos de referências étnicas e contemporâneas; e o Earth Lodge, cuja arquitetura e uso intenso de materiais naturais buscam refletir um futuro “eco-chic”, no qual luxo e natureza co-existem em completa harmonia.
Ano passado, a marca foi expandida para Sabi Sabi Collection, que agora abriga o Sabi Sabi Private Game Reserve, o The Claremont, que desde 2025 leva seu charme e hospitalidade para a Cidade do Cabo, e a Sandringham Private Game Reserve, que abrirá as portas ainda em 2026, oferecendo mais um destino incrível para os que sonham em fazer safári. Em comum, as três propriedades carregam os pilares fundadores do grupo: conservação, comunidade e conexão.




