TOM Incorporadora investe planejamento, parcerias estratégicas e soluções alinhadas às transformações do setor imobiliárioA valorização de empreendimentos horizontais fora dos grandes centros urbanos vem redesenhando o mapa do mercado imobiliário brasileiro. Em 2025, o setor registrou crescimento expressivo de lançamentos e vendas, impulsionado principalmente pela demanda por projetos que combinem qualidade de vida, espaço e integração com a natureza — características cada vez mais associadas ao segmento de alto padrão.
O movimento acompanha uma tendência crescente no mercado imobiliário paulista. Após a pandemia, os loteamentos no interior do estado registraram valorização média próxima de 30%, impulsionados pela busca por mais espaço, qualidade de vida e proximidade com a natureza. Ao mesmo tempo, o mercado imobiliário paulista manteve ritmo acelerado de expansão: em 2025, o Valor Geral Lançado (VGL) atingiu R$81,7 bilhões, crescimento de cerca de 40% em relação ao ano anterior. Nesse cenário, o interior passou a concentrar grande parte dos novos projetos, com cerca de 52,8% da demanda voltada ao desenvolvimento de loteamentos.
Nesse contexto, a TOM Incorporadora, fundada em 2022, e com foco no desenvolvimento de loteamentos premium, entra com protagonismo ao desenvolver projetos que vão além da subdivisão de terrenos e passam a ser concebidos como comunidades planejadas. À frente da empresa estão os sócios Rafael Tardini, Ricardo Olio e Raphael Mazzeo, que estruturaram a Companhia a partir da identificação de áreas estratégicas e de um modelo de desenvolvimento que combina planejamento urbanístico, infraestrutura diferenciada e curadoria de parceiros para criar empreendimentos com potencial de valorização patrimonial e experiência de moradia.
A estratégia acompanha a tendência de interiorização do alto padrão. Cidades localizadas em raios de fácil acesso e rápido deslocamento a partir da capital paulista têm atraído novos projetos residenciais voltados a compradores que buscam mais privacidade, infraestrutura de lazer e contato com a natureza, sem abrir mão da proximidade com São Paulo. Além disso, todos os projetos contam com heliponto, tornando o deslocamento ainda mais exclusivo.
Para atender esse novo perfil de consumidor, os loteamentos premium passaram a incorporar elementos antes restritos a condomínios e resorts, como planejamento paisagístico, áreas de lazer integradas e infraestrutura voltada ao bem-estar.
Um dos projetos estratégicos da companhia é o Atlantis One, empreendimento localizado em Igaratá (SP), região reconhecida pela proximidade com a capital e pela paisagem natural privilegiada da represa Jaguari. Com Valor Geral de Vendas (VGV) estimado em R$ 250 milhões, o projeto foi concebido para integrar infraestrutura de lazer, planejamento urbanístico e conexão com o entorno em um modelo que vai além do residencial tradicional. A proposta é estruturar um ecossistema próprio, com oferta de produtos e serviços exclusivos dentro do condomínio, garantindo conveniência e qualidade de vida aos moradores. Nesse contexto, parcerias já consolidadas — como com a NR Sports e a LightWall — reforçam o posicionamento do empreendimento e evidenciam a relevância estratégica de estar conectado à TOM, agregando valor e potencial de ativação ao projeto.
“O mercado imobiliário está passando por uma mudança importante. O loteamento premium hoje precisa ser pensado como um destino completo, com planejamento urbano, infraestrutura e experiência capazes de gerar valor no longo prazo”, afirma Rafael Tardini, sócio da TOM.
Além do projeto em Igaratá, a incorporadora já mira na estruturação de novos empreendimentos. A expectativa da empresa é lançar projetos que somam aproximadamente R$ 1 bi em VGV nos próximos dois anos, ampliando sua atuação no segmento de loteamentos de alto padrão, integrados a um ecossistema que a cada dia cresce a partir de novas parcerias.
Para os executivos da Companhia, o avanço desse modelo de empreendimento reflete uma mudança estrutural no setor imobiliário brasileiro, em que projetos horizontais planejados passam a ocupar um espaço crescente tanto como opção de moradia quanto como ativo de investimento.
