A marca apresenta pela primeira vez uma seleção permanente de modelos com peças que atravessaram temporadas e agora ganham lugar fixo no portfólio

Construir uma marca é, antes de tudo, saber o que permanece. A Zerezes sempre partiu da convicção de que design com intenção não envelhece, se consolida. São quase 15 anos construindo formas que resistem à tendência, um portfólio que cresce sem perder o fio condutor e uma relação com o público baseada em reconhecimento. Por isso, a marca chega à decisão de formalizar os Clássicos como sua primeira categoria permanente, com modelos que já fazem parte da Zerezes há anos e agora ganham nome, estrutura e a clareza que merecem.

O pilar narrativo da categoria é a convicção de que o design do óculos já é suficientemente poderosa para sustentar o olhar. Quando uma peça carrega essa força, ela cria o seu próprio tempo. Os Clássicos se distinguem não por terem resistido ao tempo por acaso, mas por terem sido criados com essa intenção. A iniciativa consolida o design como ativo duradouro dentro da marca e reafirma o compromisso da Zerezes com a construção de um repertório visual consistente.

Os Clássicos Zerezes são modelos que perduraram o tempo, distribuídos entre versões de grau e solar, selecionados a partir de uma análise criteriosa de performance, escuta do público e, principalmente, representatividade dentro do vocabulário estético da marca. Entre eles, seis modelos ocupam um lugar ainda maior: Haru, Fine, Zeq e Lea, da linha Cuore, e Bo e Pape, da linha Archt. São os best-sellers Zerezes, peças que atravessaram todas as temporadas, continuam gerando desejo e traduzem melhor do que qualquer outro, o olhar essencial, contemporâneo e duradouro da marca. O Zeq, por exemplo, é o modelo mais antigo da marca e acompanha a Zerezes desde os tempos dos óculos de madeira. As cores novas chegam para agregar essa categoria e mantê-la sempre atual, sem perder a consistência do que já funciona.

Para dar corpo a esse conceito, a Zerezes convidou criadores brasileiros que, cada um a partir da sua própria linguagem, têm a permanência como traço essencial do seu trabalho: Maria Flexa, Rodrigo Calixto, Mariana Wakim, João Gil, Barbara Rosalinski e Ângela Brito. Esses nomes vão além da presença visual, são interlocutores do conceito e vozes que discutem processo, autoria e aquilo que continua fazendo sentido quando o ruído passa. A campanha inclui mini-documentários que mergulham nesses processos criativos, conectando a ideia de permanência no design à permanência na criação em sentido amplo.

Sob o mote “o que se cria com intenção continua fazendo sentido”, a categoria Clássicos Zerezes estará disponível a partir de 14 de maio no site da marca e nas lojas físicas.

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