A escolha do melhor ERP para indústrias em São Paulo tem se tornado uma decisão estratégica para empresas que buscam integrar áreas, reduzir controles manuais e sustentar o crescimento com dados confiáveis. O estado possui R$ 698,1 bilhões em PIB industrial, o equivalente a 28,8% da indústria nacional, segundo a CNI.

O mesmo levantamento mostra que São Paulo reúne 174.928 estabelecimentos industriais, o que representa 23,5% do total brasileiro em 2025. Nesse cenário, a busca pelo melhor sistema para indústrias passa por critérios como aderência ao chão de fábrica, controle produtivo, integração entre setores, facilidade de uso e confiabilidade das informações.

Esses pontos aparecem em depoimentos de gestores industriais paulistas que adotaram o Nomus ERP Industrial. Na BIMAFI, indústria de usinagem de peças para a área médica, localizada em São Carlos, a gestão antes do sistema era feita com cerca de 10 a 12 planilhas não integradas. Segundo José Matheus Sanches, da área de pesquisa e desenvolvimento da empresa, a especialização industrial pesou na decisão.

"A facilidade do sistema é impressionante. É o mais fácil que eu já vi utilizar, principalmente para a área de indústria. O Nomus que a gente percebeu, ele é industrial. Então, para a Bimafi, isso foi o divisor de águas", afirma Sanches, em caso de sucesso.

A empresa também relatou ganhos de produtividade. Orçamentos que antes podiam levar de duas a três horas passaram a ser feitos em cerca de meia hora, enquanto documentos como fichas de inspeção passaram a ser gerados em poucos cliques. "Se a gente não tivesse implementado o Nomus dentro da BIMAFI, o crescimento que a gente teve no último ano seria impossível", diz Sanches.

Na Kronox, fabricante de sistemas de bombeamento de esgoto localizada em Americana, a necessidade era integrar áreas que antes funcionavam com um sistema financeiro isolado, planilhas e troca de informações por conversas de corredor. A implantação essencial foi concluída em três meses e envolveu financeiro, comercial, produção, estoque e relatórios personalizados.

"A integração entre todos os setores, desde o financeiro, comercial e principalmente o produtivo, foi o diferencial que fez a gente fechar com a Nomus", afirma Giovana Guedes, representante da Kronox, em depoimento. Para ela, a confiabilidade dos dados foi um dos ganhos centrais: "Hoje, dentro do sistema, não tem mais aquela angústia de não saber se o relatório estava correto."

A digitalização da indústria brasileira reforça esse movimento. Dados da Pintec Semestral 2024, divulgados pelo IBGE, mostram que 89,1% das empresas industriais investigadas utilizaram ao menos uma das tecnologias digitais avançadas, como big data, computação em nuvem, inteligência artificial, internet das coisas, manufatura aditiva ou robótica.

Na Volcano Wheels, indústria paulista de rodas automotivas, a mudança envolveu a saída de controles em Excel, folhas manuais e kanban físico para uma gestão com produção, custos, processos internos, etiquetas, relatórios e dashboards conectados. A empresa passou a utilizar mais de 100 relatórios personalizados, 27 processos internos e mais de 3 mil produtos controlados.

"Hoje nós temos mais de 100 relatórios que foram elaborados por nós mesmos", afirma Sidinei Castro, diretor da Volcano, em entrevista. Segundo ele, os dados passaram a apoiar decisões melhores: "Hoje a gente tem confiança nos dados, temos dados de qualidade".

Outro exemplo é a Saipe Metais, indústria de usinagem, estamparia e solda localizada em Franco da Rocha. Antes do ERP, a empresa utilizava papel, caneta e um sistema simples voltado principalmente a vendas. Segundo Robson Castro, coordenador de materiais, o sistema contribuiu para compras, vendas, PCP e apontamentos.

"Os principais ganhos foram um melhor controle da matéria-prima. A gente conseguiu reduzir bastante as compras excessivas, ter um controle mais apurado da sua produção de fábrica e reduzir tempo de processo", afirma Castro, em caso de sucesso. Ele também destaca a velocidade das decisões: "Se você não tem um ERP que consiga fornecer rapidamente as informações para você tomar decisões, isso prejudica muito esse negócio".

Na ITC Conectores, fabricante de conectores circulares, a escolha passou pela dificuldade de adequar sistemas anteriores à linguagem da indústria. "Teve dois outros sistemas que nós tentamos, até de marca grande, só que ele não adequava à nossa empresa. Era muito difícil a implantação, porque a gente tinha que falar uma outra língua. O legal do Nomus é isso: ele deixa a gente continuar falando a nossa língua", afirma Ivan Cerville, diretor da ITC, em relato.

Os depoimentos mostram que a avaliação do melhor sistema ERP industrial envolve a capacidade de conectar produção, estoque, compras, financeiro, custos, qualidade, vendas e relatórios. No caso do Nomus ERP Industrial, os relatos apontam recorrência de critérios como especialização industrial, facilidade de uso, dados confiáveis, personalização de relatórios, implantação por etapas e aderência à rotina da fábrica.

Para Thiago Leão, diretor da Nomus, a melhor escolha de ERP para uma indústria depende da aderência entre o sistema e os processos reais da operação. "A indústria precisa de um ERP que entenda produção, estoque, compras, custos e financeiro como partes conectadas da mesma operação. Quando o sistema fala a linguagem da fábrica, o gestor consegue sair do controle disperso e passar a decidir com base em dados confiáveis", afirma.

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