Kurotel reúne orientações sobre o uso das canetas emagrecedoras e esclarece a importância de um tratamento baseado em mudanças de hábitos
Com a popularização das chamadas canetas emagrecedoras, especialistas reforçam que, embora os medicamentos representam um importante avanço no tratamento da obesidade, seu uso exige acompanhamento médico e mudanças no estilo de vida. Entre os efeitos adversos mais comuns estão náuseas, vômitos, constipação, diarreia, refluxo, perda excessiva do apetite, desidratação e redução da ingestão adequada de proteínas. Também podem ocorrer perda de massa muscular quando não há prática de exercícios de força e consumo proteico suficiente, além de riscos menos frequentes, como hipoglicemia, colelitíase e pancreatite.
É esse o alerta do Kurotel – Centro Contemporâneo de Saúde e Bem-Estar. Segundo o médico Dr. Bruno Vianei, da equipe técnica da instituição, as chamadas canetas emagrecedoras ajudam a aumentar a sensação de saciedade, reduzem a fome e contribuem para melhorar o metabolismo. Entre os principais exemplos estão a semaglutida e a tirzepatida, utilizadas no tratamento da obesidade e do sobrepeso em casos específicos. No entanto, o especialista ressalta que esses medicamentos devem ser prescritos apenas após avaliação médica e fazer parte de um plano terapêutico individualizado, associado à mudança de hábitos e ao acompanhamento multiprofissional.
“O perfil ideal não é de quem deseja apenas emagrecer rapidamente, mas de pacientes com obesidade ou sobrepeso associado a fatores de risco metabólicos, sempre com avaliação médica criteriosa”, explica o especialista. Segundo ele, utilizar a medicação sem acompanhamento pode trazer consequências como perda de massa muscular, deficiências nutricionais, reganho de peso e abandono dos hábitos necessários para a manutenção dos resultados. Por isso, entidades médicas e organizações internacionais recomendam que o tratamento seja parte de um cuidado integrado e de longo prazo.
No Kurotel, as canetas emagrecedoras fazem parte de um protocolo estruturado, que reúne avaliação médica, acompanhamento nutricional, prática orientada de exercícios físicos, suporte psicológico e monitoramento contínuo da composição corporal e dos indicadores metabólicos. Dentro de um programa de saúde, essas medicações são vistas como uma ferramenta médica, e não como uma solução isolada. A abordagem integra os pilares do Método Kur, com foco em nutrição personalizada, movimento e fortalecimento muscular, sono reparador, manejo do estresse, saúde digestiva, hidratação, equilíbrio metabólico, educação em saúde e acompanhamento multiprofissional.
“O melhor uso dessas medicações é aquele que transforma o período de tratamento em uma janela de oportunidade para reprogramar hábitos, prevenir doenças e reduzir riscos metabólicos de forma duradoura”, afirma o Dr. Bruno Vianei. A proposta segue os princípios do Método Kur, criado para promover saúde de forma sustentável e para o cliente obter a consciência de novos hábitos a longo prazo. Nesse contexto, a medicação potencializa o tratamento ao criar uma oportunidade para consolidar novos hábitos e promover mudanças consistentes no estilo de vida


