De 23 a 27 de setembro de 2026, o vilarejo baiano reúne 54 convidados — entre chefs, produtores, ambientalistas, lideranças indígenas e artistas — em 27 atividades, das quais 16 são gratuitas. A chef peruana Pía León, a brasileira Ieda de Matos e o colombiano Jaime Rodríguez estão entre as estreias da edição.
Um dos encontros mais genuínos entre gastronomia, turismo, cultura e consciência ambiental do país, o Organic Festival Trancoso celebra sua sétima edição entre os dias 23 (quarta-feira) e 27 de setembro de 2026 (domingo).
São 54 convidados vindos de todas as partes do Brasil e do continente, reunidos em almoços, jantares, trilhas, palestras, oficinas, debates, um piquenique aberto no Quadrado Histórico e um luau de encerramento à beira-mar. Moradores e viajantes são convidados a participar de uma celebração viva da brasilidade em sua forma mais autêntica, generosa e visionária.
Ao todo, são 27 atividades ao longo de cinco dias — 14 experiências gastronômicas, trilhas e celebrações e 13 palestras, aulas e debates —, além das noites de pizza no São João Batista, que acontecem todos os dias do festival. Mais da metade da programação é inteiramente gratuita: 16 das 27 atividades não custam nada ao público, incluindo todas as palestras e o trio de encontros mais simbólicos do festival : o piquenique no Quadrado, o caruru de domingo e o luau de despedida.
Desde 2025, o evento é realizado com o apoio do Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet, em uma parceria que reconhece o Organic Festival Trancoso como projeto cultural de relevância nacional : um marco na trajetória de um evento nascido de forma independente, em 2017, no coração de um vilarejo baiano, e que em 2027 completa dez anos de projeto.
Estreias em Trancoso
Das 54 presenças confirmadas, 26 pisam pela primeira vez no festival — a maior renovação de elenco desde a retomada pós pandemia, em 2022. A mais aguardada é a da chef peruana Pía León, à frente do restaurante Kjolle, em Lima. Uma das vozes mais influentes da cozinha latino-americana contemporânea. É sua primeira vez em Trancoso: León participa, na sexta-feira, do encontro “Natureza & Território: materiais em evolução”, ao lado de Joana Munné, em uma conversa sobre ingredientes, biodiversidade e a relação entre paisagem e criação.
Também estreia no festival o colombiano Jaime Rodríguez, do Celelê, em Cartagena, referência na pesquisa e na valorização da cozinha do Caribe colombiano. Rodríguez assume o Almar na quinta-feira para uma noite de comida e festa latina — um gesto que amplia o diálogo do evento com a América Latina.
A cozinha nacional chega a Trancoso com outras estreias de peso: Nello Cassese, do Copacabana Palace, que assina o jantar de abertura; Fernando Bouzan, do Rosewood São Paulo; José Solon, do Gero; Rafa Brito, da The Slow Bakery (Rio de Janeiro); Kaywa Hilton, do Boia (Salvador); Lídia Sá, da Lina Cozinha (Salvador); e Vittorio Avery, do Almar (Trancoso). Do lado das bebidas e dos produtos, estreiam a sommelière Júlia Derado (Rosewood São Paulo), a produtora Gabriela Suthoff, da Montaneus Vinhos (Serra Gaúcha), e a especialista em azeites Glenda Haas (Lagar·H).
Estreia também uma das cozinheiras mais queridas do país: Ieda de Matos. Nascida na Chapada Diamantina, uma de catorze irmãos, aprendeu a cozinhar no fogão a lenha das tias antes de vir para São Paulo, onde se profissionalizou já adulta, estagiou na Bélgica e passou três anos servindo comida nordestina em um food truck, o Bocapiu, até abrir a Casa de Ieda, em Pinheiros, dedicada ao resgate dos ingredientes e preparos do sertão baiano — do bolinho de pirão de queijo à cocada de licuri. Em Trancoso, assina a comida do luau de encerramento.
A renovação também se faz sentir no debate socioambiental, que ganha nomes inéditos: a liderança indígena Tukumã Pataxó, que fala sobre futuro e território ao lado do designer e ativista Pedro Inoue; Simone Scorsato, da Embratur; o pecuarista regenerativo Caio Penido (SouBeef); Dary Rigueira (Governo da Bahia) e Marcel Leite (Almar); Simone Ponce (Bee2Be), que apresenta o universo das abelhas nativas; Cassiano Vitorino (Copacabana Palace) e Tati Paixão (Futuri Brasil), que integram a mesa de abertura sobre turismo regenerativo. Nas picapes, estreiam os djs Gabto, Gui Scott e Carlim.
Um festival que nasceu genuinamente
Idealizado pelo hotel UXUA e por Charles Piriou, o Organic Festival Trancoso nasceu com o desejo de ir além da difusão do turismo consciente. Seu propósito é propor uma reflexão coletiva sobre os caminhos possíveis para um turismo mais justo, mais belo e mais conectado à natureza. Ao longo dos anos, tornou-se um território de trocas reais, onde o charme de Trancoso encontra a urgência dos nossos tempos. A cada edição, Trancoso se reinventa como um lugar aberto ao mundo, onde encontros improváveis ganham forma em mesas compartilhadas, rodas de conversa, oficinas, degustações e experiências — sempre numa atmosfera que une propósito, beleza e leveza, com a participação ativa de hotéis, restaurantes, produtores locais, cozinheiros, comunidades e viajantes.
“Os desafios do turismo hoje são imensos. As mudanças climáticas, a pressão sobre os territórios, as lutas que se acumulam — nada disso se resolve com um evento. Mas o que este festival oferece é um sopro: visão de futuro, criatividade e a certeza de que a cultura brasileira tem respostas próprias para dar. Em 2027 chegamos aos dez anos, e queremos chegar lá acompanhados de mais empresas que enxerguem isso como um investimento no país, e não apenas como um simples patrocínio”, afirma Bob Shevlin, cofundador do UXUA e do Organic Festival Trancoso e membro do conselho da Conservação Internacional.
Para Charles Piriou, a antecipação do calendário acabou se transformando em oportunidade: “Antecipamos o festival este ano em função do calendário político, e isso nos obrigou a repensar tudo.
O resultado é a edição mais inovadora que já fizemos, e também a mais cheia de esperança. Metade da programação é gratuita porque um evento que fala de território precisa, antes de tudo, pertencer a todos. No ano que vem completamos dez anos, e é agora que precisamos que mais empresas entendam o que está sendo construído aqui: um projeto sem fins lucrativos só chega até lá se quem acredita nele decidir entrar junto.
Único no país e sem fins lucrativos, o Organic Festival Trancoso oferece uma programação aberta, inclusiva e transformadora. Suas experiências são pensadas para sensibilizar moradores e viajantes sobre os impactos positivos do turismo consciente — não apenas no meio ambiente, mas também na economia local e na valorização da cultura da região. Em meio a todas essas camadas, a gastronomia é o fio condutor: cada prato servido, cada ingrediente, cada mesa compartilhada em comunhão traduz o espírito do evento.
Os convidados
Madrinha do festival desde a primeira edição, a chef Roberta Sudbrack (Sud, o Pássaro Verde, Rio de Janeiro) assina o Jantar da Madrinha, no UXUA Maré. Ao lado dela e das estreantes, o time gastronômico reúne Janaína Torres (À Brasileira, São Paulo), Morena Leite e Sandra Marques (Capim Santo Trancoso), Gabriela Barretto (Futuro Refeitório, São Paulo), Ícaro Rosa (Jiló, Itacaré), Vagner Souza (Fasano Trancoso), Dona Jandira (Floresta, Trancoso), Paulo Sitolini (São João Batista, Trancoso), Juliana Pedrosa (UXUA), Renata Buim (UXUA Maré) e a culinarista Patricia Helú.
Do lado das bebidas, a argentina Chula Barmaid (Soledad Consultoria) e a barman Ana Paula Barbosa (Ginger, Trancoso) comandam a coquetelaria, enquanto Júlia Derado (Rosewood São Paulo), Diego Cartier (Vivente) e Gabriela Suthoff (Montaneus) conduzem o olhar sobre os vinhos brasileiros. Luiz Camargo (Bauni) traz a baunilha nativa e Glenda Haas (Lagar·H), o universo do azeite.
Para ampliar a discussão sobre sustentabilidade, consumo, turismo e gastronomia consciente, o festival reúne pesquisadores, lideranças e ativistas: Mauricio Bianco, Tatiana Souza e Elen Perez (Conservação Internacional), Wilbert Das e Bob Shevlin (UXUA), Simone Scorsato (Embratur), Pedro Inoue, Miguel Moraes (Re.green), Peu Lage (RPPN Rio do Brasil), Jorge Ferreira, Joana Munné (Agência Sibaris), Caio Penido (SouBeef), Dary Rigueira (Governo da Bahia), Marcel Leite (Almar), Thomaz Scardua, Simone Ponce (Bee2Be), Cassiano Vitorino (Copacabana Palace, Belmond), Tati Paixão (Futuri) e Tukumã Pataxó.
Do lado musical, a alma do festival se traduz em vozes e batidas. Céu, uma das artistas mais singulares da música brasileira contemporânea, faz um pequeno show no luau de encerramento.
Quem assina a curadoria musical é, Millos Kaiser, colecionador incansável e alquimista do Caracol, conhecido por desenterrar raridades tropicais que fazem dançar do Brasil a Berlim, divide a programação com os djs Gabto, Gui Scott e Carlim.
A agenda
A sétima edição abre suas portas na quarta-feira, 23 de setembro, às 19h, com o Jantar de Abertura assinado pelo chef Nello Cassese, do Copacabana Palace (Belmond, Rio de Janeiro), na Casa La Torre — um encontro para convidados, chefs e patrocinadores que dá o tom desta sétima edição.
Na quinta-feira, 24 de setembro, a manhã começa na terra: das 11h às 15h, a chef Gabriela Barretto, do Futuro Refeitório (São Paulo), assina o Almoço do Futuro na UXUA Roça, entre hortas, mãos na terra e pratos que celebram a colheita (com reserva). Às 17h, a Casa Conservação Internacional recebe o debate “Turismo que Regenera”, com Mauricio Bianco, Simone Scorsato, Bob Shevlin, Cassiano Vitorino e Tati Paixão (inscrição gratuita). E, a partir das 19h, o Almar se transforma em festa latina com Jaime Rodríguez, do Celelê (Cartagena, Colombia), e os sets de DJ Gabto e Gui Scott (com reserva).
A sexta-feira, 25 de setembro, é o dia mais denso do festival, com treze atividades — nove delas gratuitas. Às 8h30, a Trilha Botânica pela RPPN Rio do Brasil é conduzida por Jorge Ferreira e Peu Lage, em uma imersão na Mata Atlântica e em seus saberes (com reserva). Às 13h, o Fasano Trancoso recebe o almoço “Clássicos do Mar”, com José Solon (Gero) e Vagner Souza. À noite, às 19h, a madrinha Roberta Sudbrack assina o Jantar da Madrinha no UXUA Maré, em parceria com o Sud, o Pássaro Verde (com reserva). No mesmo horário, o Ginger abre as portas para o “Vem Beber, Chula!”, com a coquetelaria de Chula Barmaid e Ana Paula Barbosa e a música de DJ Carlim e Millos Kaiser (sem reservas).
No sábado, 26 de setembro, o dia amanhece com “Pão Devagar”, às 8h, encontro entre Rafa Brito (The Slow Bakery, Rio de Janeiro) e Sandra Marques no Capim Santo Trancoso (com reserva). Às 15h, o coração de Trancoso pulsa mais forte: no Quadrado Histórico acontece o aguardado piquenique de chefs, amigos e produtores — momento mais simbólico do festival, aberto, gratuito e sem inscrição, em que comunidade e visitantes compartilham receitas, afetos e sabores. A noite segue com “Nossa, Bahia!”, às 19h, encontro entre Morena Leite (Alma Ninho) e Kaywa Hilton (Boia, Salvador), e termina no Muru, a partir das 20h, com “Comer, Cantar & Contar”, de Ícaro Rosa e Elen Luz (Jiló, Itacaré), (sem reservas).
O domingo, 27 de setembro, é dia de partilha — e inteiramente aberto ao público em dois dos seus três momentos. Das 12h às 15h, Lídia Sá prepara um caruru tradicional com a Lina Cozinha, gratuito — um gesto de reverência à cozinha de matriz africana da Bahia. Às 14h, o Floresta recebe o Almoço Dominical de Dona Jandira e Fernando Bouzan (Rosewood São Paulo), com vinhos selecionados por Júlia Derado e a trilha de DJ Gabto e Carlim (com reserva). E, às 18h, o festival se despede no UXUA Praia Bar com o tradicional luau: a cozinha de Ieda de Matos, o pocket show de Céu e os sets de Millos Kaiser e Gui Scott em um abraço aberto a toda a comunidade, gratuito e sem inscrição.
E, todas as noites do festival, o São João Batista do chef Paulo Sitolini mantém acesa a tradição mais informal do Organic Festival Trancoso: pizzas assinadas pelos chefs convidados, criadas especialmente para a ocasião. É o ponto de encontro onde a programação se desfaz e todo mundo — chefs, moradores, viajantes — acaba se encontrando durante o evento.
Treze palestras, aulas e debates : todos gratuitos
A gratuidade é um princípio fundador do Organic Festival Trancoso. Todas as 13 palestras, aulas e debates desta edição são gratuitas, com inscrição aberta ao público — moradores, trabalhadores do turismo local, estudantes e viajantes — nas duas semanas que antecedem o evento via link divulgado no Instagram @organic.festival.
Na quinta (24), na sexta-feira (25) e no sábado (26), duas casas do Quadrado Histórico se tornam espaços de escuta e troca: a Casa Organic Festival Trancoso e a Casa Conservação Internacional, responsável pela curadoria socioambiental do festival.
A Conservação Internacional (CI-Brasil) é uma organização sem fins lucrativos que usa ciência, política e parcerias para proteger a natureza da qual as pessoas dependem para bem viver. Presente em mais de 30 países e desde 1990 no Brasil, a organização tem extenso legado no Extremo Sul da Bahia, onde já apoiou a conservação de mais de 47 milhões de hectares com ações de proteção costeira e marinha, restauração da Mata Atlântica e iniciativas de turismo sustentável.
“A parceria da Conservação Internacional com o Organic Festival Trancoso chega ao sexto ano fortalecida por resultados concretos e por uma visão compartilhada de futuro para região do Extremo Sul da Bahia. Nosso espaço reúne especialistas, parceiros, empresas, artistas e a comunidade local para promover diálogos sobre temas essenciais para a conservação da natureza, o desenvolvimento sustentável dessa região e o papel das pessoas para esse desenvolvimento. A região é um território prioritário para a Conservação Internacional por concentrar uma biodiversidade única, tanto terrestre quanto marinha, que precisa ser protegida e restaurada. Ao mesmo tempo, é uma região marcada pela riqueza cultural das comunidades que lá habitam. Essas conexões são fundamentais para a construção de soluções duradouras para a conservação”, afirma Maurício Bianco, Vice-presidente Sênior da CI-Brasil.
A programação de debates começa já na quinta-feira, às 17h, com “Turismo que Regenera”, mesa de abertura reunindo Mauricio Bianco, Simone Scorsato, Bob Shevlin, Cassiano Vitorino e Tati Paixão na Casa Conservação Internacional.
Na Casa Organic Festival Trancoso, sexta-feira, Luiz Camargo abre o dia às 9h com “Baunilha & Essência”; às 11h, Glenda Haas conduz “O Mundo do Azeite”; às 14h, Chula Barmaid ensina “Coquetéis Icônicos”; e às 16h, Júlia Derado, Diego Cartier e Gabriela Suthoff se encontram em “Vinhos do Brasil”.
Na Casa Conservação Internacional, a sexta-feira começa às 9h30 com “Pesca: Oceano Vivo” com Kaywa Hilton e Marcel Leite. Às 11h, Pía León e Joana Munné conversam sobre “Natureza & Território: materiais em evolução”. Às 14h, Janaína Torres e Caio Penido discutem “Da Paisagem ao Prato”; às 15h30, Dary Rigueira, Miguel Moraes e Elen Perez apresentam “Floresta em Pé: soluções”; e às 17h, Tukumã Pataxó, Pedro Inoue e Tatiana Souza encerram o dia com “O Futuro que Escolhemos Florescer”.
No sábado, ainda na Casa Conservação Internacional, Patricia Helú abre a manhã às 9h com “Crianças: o que ajuda a crescer?”; às 10h30, Simone Ponce, Thomaz Scardua e Elen Perez mergulham no universo das abelhas nativas, guardiãs da biodiversidade; e às 12h, Jorge Ferreira conduz “Folhas e Saberes: etnobotânica”.
Hotéis, restaurantes e casas participantes
O Organic Festival Trancoso só existe porque acontece dentro das cozinhas de Trancoso. Nesta edição, abrem suas portas os hotéis e restaurantes UXUA Casa Hotel & Spa (com UXUA Roça, UXUA Maré e UXUA Praia Bar), Casa La Torre, Fasano Trancoso, Capim Santo Trancoso, Alma Ninho, Almar, Ginger, Floresta, Muru e São João Batista, além da reserva particular RPPN Rio do Brasil, que recebe a trilha botânica
Do lado dos hotéis e restaurantes convidados, que viajam a Trancoso para cozinhar em parceria com as casas locais, estão Rosewood São Paulo, Copacabana Palace (Belmond, Rio de Janeiro), Gero, Futuro Refeitório (São Paulo), Celelê (Cartagena, Colômbia), Sud, o Pássaro Verde (Rio de Janeiro), Caracol (São Paulo), Boia (Salvador), Lina Cozinha (Salvador), The Slow Bakery (Rio de Janeiro), Jiló (Itacaré) e Casa de Ieda (São Paulo), além do projeto À Brasileira, de Janaína Torres.
A rede institucional que sustenta o projeto reúne a Conservação Internacional (CI-Brasil), responsável pela curadoria socioambiental, a Embratur, o Instituto-E, a Organização Turismo de Trancoso, a RPPN Rio do Brasil e a própria Associação Festival Orgânico.
O impacto da última edição 2025
A sexta edição, realizada em 2025, foi a maior da história do projeto e estabeleceu a base sobre a qual se constrói 2026. Ao longo de cinco dias, o festival reuniu 3.985 participantes, 18 experiências gastronômicas, 23 aulas e palestras gratuitas, 15 hotéis e restaurantes e 40 empresas envolvidas — um crescimento de mais de três vezes no público desde 2022, quando o evento foi retomado após a pausa da pandemia. Desde 2018, já passaram por Trancoso 112 chefs, produtores, empresários e lideranças criativas.
Na imprensa, a edição de 2025 gerou 33 inserções em 92 veículos, com circulação total de 155,9 milhões de visitantes únicos e R$ 1,07 milhão em mídia espontânea, em publicações como Folha de S.Paulo, Estadão, Veja, Exame, Forbes, Vogue, GQ, Elle, Marie Claire, O Globo e Time Out. Nas redes, o perfil @organic.festival soma hoje 32 mil seguidores e alcançou 292.556 contas e 2,8 milhões de visualizações durante a edição.
O Organic Festival Trancoso reafirma sua vocação como catalisador de um novo tempo. Um tempo em que viajar não é apenas consumir destinos, mas compreender territórios. Em que comer não é apenas saciar desejos, mas nutrir consciências. Em que celebrar a cultura brasileira é também preservar o que ela tem de mais essencial: sua diversidade, sua criatividade, sua natureza viva.
Patrocínio, apoio e realização
A sétima edição do Organic Festival Trancoso tem realização do Ministério da Cultura e da Associação Festival Orgânico, por meio da Lei Rouanet. Em 2026, o patrocínio é da Casa La Torre, UXUA e SouBeef. A curadoria socioambiental é assinada pela Conservação Internacional. O projeto conta ainda com o apoio de Osklen, Guaspari, Montaneus, Vivente, IBBI, Lagar·H, Bauni e AMA (Ambev).

