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O acordo explora novos modelos para aprendizagem digital, colaboração acadêmica e preparação da força de trabalho global
A Esri e a RoboGarden assinaram um MOU (Memorando de Entendimento) para explorar uma tecnologia estratégica que amplia o acesso à educação moderna em GIS (Sistemas de Informação Geográfica) e geomática.

A RoboGarden, uma empresa canadense de EdTech (Tecnologia Educacional), oferece soluções de aprendizagem digital gamificadas e escaláveis ​​para instituições acadêmicas, governos e indústria.

O MOU descreve a exploração conjunta de trajetórias acadêmicas, a melhoria da coordenação regional e a possível criação de uma Academia Virtual de Geoespacial e Geomática.

O acordo tem como foco aprimorar a oferta de aprendizagem digital, expandir as oportunidades de aprendizagem online localizadas e apoiar o desenvolvimento da força de trabalho global em áreas tecnológicas de alta demanda.

Para se manter informado sobre as iniciativas e recursos educacionais da Esri, acesse esri.com/en-us/industries/education/overview.

O crescimento da população imigrante nos Estados Unidos tem impulsionado o desenvolvimento de iniciativas voltadas à qualificação profissional e à integração econômica dessas comunidades. Programas educacionais, cursos técnicos e ações de orientação profissional têm sido apontados por especialistas como instrumentos importantes para facilitar a entrada de imigrantes no mercado de trabalho.

O projeto Voz Ativa iniciou a aplicação de questionários em escolas e passa a estruturar uma base de escuta de estudantes sobre bem-estar, convivência e ambiente escolar. A iniciativa organiza percepções a partir da experiência dos alunos e cria uma base de evidência para apoiar análises mais consistentes e decisões com maior aderência à realidade das escolas.

Estudos recentes indicam que o alinhamento entre valores individuais e objetivos organizacionais está associado a maior engajamento, retenção de talentos e desempenho nas empresas. Relatórios de consultorias como Deloitte e Gallup apontam ainda que esse fator contribui para a resiliência dos profissionais e para a adaptação das organizações em cenários de transformação.

A busca por fisioterapeutas respiratórios cresceu cerca de 900% na pandemia, reforçando a necessidade de ampliar o cuidado além do hospital. Com o aumento de sequelas cardiopulmonares após a alta, o atendimento domiciliar tornou-se essencial para garantir a continuidade do cuidado, reabilitação adequada e melhor recuperação. Nesse cenário, o Instituto Adapta lança formação para atuar em um mercado em expansão e carente de especialistas.