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Dados do Ministério da Saúde mostram que os atendimentos por câncer de próstata em homens com até 49 anos cresceram 32% no SUS entre 2020 e 2024. O avanço da doença entre os mais jovens acende um alerta sobre hábitos de vida, predisposição genética e a importância do acompanhamento médico individualizado no Brasil.

O avanço no diagnóstico e tratamento do câncer de próstata, com técnicas modernas, como a cirurgia robótica, tem ampliado significativamente as taxas de sobrevida. No entanto, cada vez mais, a atenção da medicina se volta para um ponto essencial: a qualidade de vida após o tratamento. A reabilitação funcional surge, nesse cenário, como parte indispensável do cuidado.

Dados da Gallup apontam que o baixo engajamento custa US$ 8,9 trilhões em produtividade perdida por ano, equivalente a 9% do PIB global. Para a economista e mentora executiva Érica Hatori, a origem dessa perda está no estado emocional de quem decide. Com base em economia comportamental, neurociência e 25 anos de experiência executiva, ela defende que a regulação emocional da liderança tem impacto direto no resultado.

Procedimento minimamente invasivo é utilizado em casos selecionados e busca preservar o desenvolvimento renal e pulmonar ainda durante a gestação. A técnica integra estudos e procedimentos conduzidos pelo obstetra de alto risco, médico, professor e cirurgião materno-fetal Rodrigo Ruano.