Navegando: ATACADO E VAREJO

A estratégia de colaboração entre marcas vem ganhando força em diferentes segmentos da indústria e passa a influenciar também o mercado de suplementação alimentar. Impulsionadas por mudanças no comportamento do consumidor, pela economia da experiência e pela busca por autenticidade, as collabs ampliam ocasiões de consumo, fortalecem categorias e aproximam a suplementação do varejo alimentar e da rotina de novos públicos.

O aumento dos preços dos smartphones e o encarecimento do crédito têm levado consumidores brasileiros a prolongar o ciclo de uso dos aparelhos. Dados da IDC indicam que as vendas no país devem cair para 31,6 milhões em 2026, o menor patamar desde 2012. O comportamento inclui troca de bateria, manutenção e busca por dispositivos recondicionados ou por assinatura.

Pesquisa do Google Consumer Survey indica pico de buscas em julho, enquanto levantamento do setor supermercadista de maio de 2024 registra crescimento nas vendas dessas categorias, ao lado de sopas, vinhos e queijos. O mercado de chocolate movimentou R$ 42,5 bilhões em 2025, impulsionado também por demanda fora da Páscoa.

O varejo físico brasileiro enfrenta queda nas vendas decorrente de fatores macroeconômicos, avanço do comércio eletrônico e o alto endividamento das famílias. Contudo, análises apontam que a principal vulnerabilidade do setor reside no amadorismo administrativo de lojistas de médio porte. Segundo o varejista e marketeiro Márcio Alcântara, o mercado vive um ponto de inflexão histórico, onde a profissionalização é vital.